Paternidade de Deus

O texto de hoje, precisei fazer sobre a aula que tive no dia 01/08/20, na escola ministerial da aliança de pequenos. 



Desde a criação do Homem, Deus nos fez para que tivéssemos um relacionamento com Ele.    E temos isso como desejo inicial de Deus para com o Homem.

 

João 1:1-3

 

   No princípio, aquele que é a Palavra já existia. A Palavra estava com Deus, e a Palavra era Deus. ¹

 

(Aqui vemos que existem mais de uma pessoa na criação, e que essas pessoas co-existiam eram Deus.)

 

  Ele existia no princípio com Deus. Por meio dele Deus criou todas as coisas, sem ele nada foi criado.

 

  Aqui vemos como tudo só existe por Ele, e que sem Ele nada viria a existência.

  Aqui podemos notar que mesmo antes que fossemos planejados pela vontade Humana, a vontade divina em nossa existência já existia; e vemos também que é por essa vontade que existimos.

  No evangelho de João, capítulo 1 versículos do 11 ao 13, vemos que Deus, foi rejeitado pelo povo que Ele chama de seu. Ainda assim, seu desejo de exercer a paternidade não deixa de existir. E Ele passa adotar como filhos todos Aqueles que recebem seu Filho, que a palavra chama de Primogênito de muitos irmãos.

 

“Veio a seu próprio povo, e eles o rejeitaram, ele deu o direito de se tornarem filhos de Deus. Estes não nasceram segundo a ordem natural, nem como resultado da paixão ou da vontade humana, mas nasceram de Deus.” (João 1:11-13)

 

  Eu nem precisaria mais nada. Eu nem tenho o que dizer diante de palavras tão poderosas como essas sobre minha vida. Onde vejo que Deus, por seu desejo divino, nos gerou, e nos fez seus filhos.

  Ele por Ele, nos amou, gerou e nos deu toda sorte de bençãos pelo sacrífico de seu filho, Jesus Cristo. Nosso único e suficiente salvador e redentor.

  Isso aconteceu com o Filho que é relatado em Lucas 15:11-33. Esse filho muitas vezes somos nós, temos tudo em Deus, mas ainda assim, os “doces” do mundo nos parecem mais atrativos, requeremos os direitos que acreditamos que temos, para viver e escrever em nossas vidas uma história muito aquém àquilo que Deus já tem escrito para que vivamos.

  E muitas vezes, assumimos o papel de escravos, mesmo sendo filhos. E ficamos bravos quando Deus, recebendo com festas e banquetes àqueles que foram experimentar andar longe do Pai. Nesse episódio do filho pródigo, a única coisa que o filho  vai em busca de experimentar é o que o mundo tem pra lhe oferecer, mas, no fundo ele sempre soube que nunca perderia o colo do Pai. E, ele, por mais errado e sujo tenha chegado ao pai, sempre soube que o abraço sempre teria. E volta, assim como estava.

  E sem ligar para sua sujeira, porque afinal o Pai, também não ligou, o abraçou. Depois de acolher a seu filho, o pai manda que ele se limpe.

  Se queremos continuar na presença de Deus, precisamos nos limpar. Ele nunca liga para o estado que estamos chegando, mas para continuar na presença dEle, vai ser necessário que nos limpemos. Ele é santo, tudo o que está na presença dEle, para que permaneça em sua presença, precisará também se limpar, consagrar.

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